A escola, definida como sendo a cultura do cérebro, desde o alfabeto à especialização acadêmica, é o cérebro da cultura. Especulações religiosas, realizações científicas, preceitos filosóficos e experiências artísticas devem-lhe os fundamentos.
Tudo o que brilha nas construções da inteligência é fruto do estudo.
Colombo foi o descobridor da América; entretanto, não alcançou o próprio destino sem os apontamentos de Perestrello.
Newton enuncinou os conhecimentos da atração universal, mas inspirou-se nos princípios de Kepler.
Helen Keller, cuja alma de escol angariou o respeito da humanidade, não venceu as sombras que lhe envolviam o campo dos sentidos sem o concurso da professora que a seguiu, passo a passo.
Assim também, no burilamento da alma.
É indispensável conhecer o bem, para que os ensinamentos do bem nos aperfeiçoem a vida íntima.
Nós, os espíritas vinculados com Allan Kardec ao Cristianismo puro, não podemos prescindir do contacto com o Divino Mestre, através das lições com que nos dirige a renovação para as esferas superiores.
Estudemos, pois, o Evangelho.
Emmanuel
Do livro: Estudando o EvangelhoPsicografia: Francisco C. Xavier
Editora: FEB
(Mensagem para Reunião Pública, 22/04/2010, CELD - Rio de Janeiro/RJ)