segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Percepção nos Animais

“Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente
ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes
ao seu estado evolutivo, através das quais podem indiciar as entidades
deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer
a perplexidade naqueles que as acompanham, em determinadas
circunstâncias.”
Emmanuel

“A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no
animal e desperta no homem”.
O provérbio sugere-nos observações em torno do tema
“percepção nos animais”.
Têm alma, sim, os animais.
Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana,
enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas,
no curso de sucessivas reencarnações.
A sensibilidade dos animais provém da existência de
uma alma rudimentar.
Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos,
têm percepções extrafísicas.
A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem,
procriam, amam, agridem, morrem.
Afetividade e carinho, ternura e solidariedade são expressões
muito comuns entre nossos irmãos inferiores, sob
o ponto de vista de evolução. Muitas vezes com tamanha
intensidade que fazem inveja aos seres humanos(...)
Os amigos espirituais definem a mediunidade como
percepção. E os animais a possuem em alto grau.
Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os
espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos
animais(...)
Podem os representantes da ideia materialista, ou da
incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas
os fatos, que valem muito mais do que os argumentos, falam,
por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma
e revelam percepções.
Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos
espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco
mais corajosos.
Martins Peralva
Do livro: Mediunidade e Evolução. FEB

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(Página de abertura da Reunião Pública do CELD no dia 09/08/2010)